Fazemos o que prometemos…
Um jovem estava prestes a sair de casa para entrar na Universidade. Pela primeira, ele seria totalmente responsável por si mesmo. A mãe pôs-lhe uma Bíblia nas mãos e disse: “Promete-me que a vais ler diariamente. Se alguma vez tiveres uma necessidade muito profunda, abre-a em João 3:16 e encontrarás a resposta para os teus problemas.” ele prometeu fazer isso.
Mais tarde, o jovem escreveu a pedir dinheiro. A mãe respondeu-lhe: “Lê João 3:16.” O rapaz ficou pasmado com aquela resposta. Escreveu de novo à mãe dizendo que já tinha lido muitas vezes, mas não era daquilo que precisava, a sua necessidade era dinheiro, e já!. A resposta da mãe foi simples. “Não leste João 3:16. Tens de ler.” Desesperado, o rapaz pegou na Bíblia que a mãe lhe tinha dado , abriu na passagem indicada e descobriu 300 dólares metidas nessas páginas. A mãe tinha previsto as suas necessidades e tinha dado o suficiente. A bênção estivera sempre nele, mas ele não a tinha usufruído por não ter cumprido a promessa feita. Deve ter ficado bem atrapalhado?!!! Era evidente que não tinha obedecido à mãe, mas esta não o repreendeu. Apontou-lhe simplesmente o local onde poderia encontrar a bênção desejada.
Revista: Jovens Adultos Ano XXVII nº112—Jan/ Mar 1992, pag. 34
Obediência à Palavra de Deus
“Sede cumpridores da palavra e não somente ouvintes, enganando- vos com falsos discursos” Tiago 1:22
O Evangelho segundo Mateus enfatiza a importância de seguirmos os ensinos de Jesus. Em Mateus 7, Jesus ao caminhar para o fim do Seu sermão do monte, faz 4 advertência em relação ao facto de seguirmos ou não o Seu ensino.
I. Os dois caminhos. Mateus 7:13-14
Jesus apela para entrarmos pela porta estreita e rejeitarmos o caminho largo. Existem dois caminhos na vida, um que é largo e espaço e outro estreito e apertado. O largo e espaçoso é caracterizado pela facilidade e o egocentrismo. Este é atraente no entanto Jesus nos adverte que ele nos conduz para à perdição.
O estreito e apertado é caracterizado pela renúncia do pecado. Nele entregamos o nosso destino em Jesus. Este nos conduz à vida.
II. Os falsos profetas. Mateus 7:15-17
Cristo alerta para a existência de falsos profetas, pessoas que dizem falar em nome de Deus, mas cujo os seus objectivos não é servir ao Senhor e ao próximo. Estes são detetados pelos seus frutos. Eles falam bem, mas vivem na carnalidade. Os verdadeiros profetas produzem frutos do Espírito (Gálatas 5:22-25) e não carnais. (Gálatas 5:18-21)
III. Falsas declarações de fé Mateus 7:21-23
Nem todos os que dizem Senhor, Senhor, são de Cristo, mas sim aqueles que que obedece a Jesus. Muitos irão fazer milagres e maravilhas em nome de Jesus, no entanto nunca conheceram a Cristo. Estes usam o nome de Jesus em vão e o seu destino é inferno.
IV. O falso fundamento Mateus 7:24-27
No fim do seu sermão, Jesus exorta-nos a fundar as nossas convicções na rocha que Ele é. Para isso devemos ouvir a Sua Palavra e praticá-la. Caso contrário estaremos a fundar a fé na areia que a menor tempestade a derruba.
Conclusão
Ao longo do sermão do monte Jesus foca a lei no amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a nós mesmo. Esse amor ao Senhor é visível na obediência às palavras de Jesus.
Obediência ao propósito de Deus
Versículo: Mas em nada tenho a minha vida como preciosa para mim, contando que complete a minha carreira e o ministério que recebi do Senhor Jesus, para dar testemunho do evangelho da graça de Deus. Atos 20:24
Antes do evangelho de Mateus começar a descrever o ministério propriamente dito de Cristo, vai relatar Sua tentação. Com este episódio o evangelista enfatiza a humanidade de Jesus e o seu propósito de viver como homem sem recorrer ao seu poder divino
I. Cristo foi levado pelo Espírito Santo para ser tentado. (Mateus 4:1)
Jesus entregou-se a sua tarefa ser tentando em tudo como qualquer homem. Ele tornou-se dependente do Espírito Santo para ser guiado.
II. Jejuou durante quarenta dias. (Mateus 4:2)
Como Judeu teve um período de jejum e oração esta é o meio de buscar forças em Deus.
III. Teve fome. (Mateus 4:2b)
Como homem teve sede e fome esse facto enfraqueceu-o fisicamente, mas não espiritualmente. Ele limitou-se a si mesmo.
IV. Respondeu a tentação com a Escritura e não com a sua autoridade divina. (Mateus 4: 4, 6, 10)
Jesus não utilizou a sua divindade para superar a tentação. Ele simplesmente recorreu às Escrituras.
V. Colocou a divindade à cima da sua humanidade. (Mateus 4:8-10)
Ele tinha a noção que a sua natureza divina é digna de ser adorada.
VI. Depois de vencer o tentador que pretendia que Ele deixa-se a sua natureza humana, os anjos vieram adorá-Lo. (Mateus 4:11)
Como homem respondeu à tentação com a Bíblia.
CONCLUSÃO
Nesta história vemos um Jesus humano que vence a tentação sem recorrer aos seus poderes divinos. Ele manteve-se obediente ao seu propósito de vencer o pecado enquanto homem. Perante a fome, a sede, e ao enfrentar a tentação, Jesus não recorreu a sua natureza divina para derrotar ao diabo. Com isto, quis mostrar que o Homem dependente do Espírito Santo pode superar a tentação.
Rebelião, um Caminho para a Ruína
Versículo: "Ouvi, todos os povos; presta atenção, ó terra, e tudo o que nela há; e seja testemunha contra vós o Senhor Deus, o Senhor desde o seu santo templo." (Miqueias 1:2)
Todos já passamos por momentos em que dispensamos a ajuda de Deus. Geralmente nessas alturas as pessoas dizemos ao Senhor: “não me digas o que fazer. Eu cá me desenrasco sozinho.” Esta atitude de rebelião e de soberba leva-nos a caminhos que nos conduzem a ruina.O povo de Israel desviou-se dos caminhos de Deus, desprezando os avisos dos profetas, como Miqueias, que profetizavam:







