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Deus na mocidade
Por Bruno Guerra
"Lembra-te do teu Criador nos dias da tua mocidade, antes que venham os maus dias, e cheguem os anos dos quais venhas a dizer: Não tenho neles contentamento;" Eclesiastes 12.1
A vida de um jovem é sem dúvida o momento em que as emoções mais afloram e lhe proporcionam aventuras com sabores doces e amargos. E essas situações podem ser o pontapé de saída para um futuro cheio de alegria e sucesso, ou um pesadelo de vida.
Quando leio o versículo transcrito acima, não o entendo como um versículo apenas, mas, como o conselho de alguém que passou por momentos na sua mocidade e que lhe não trouxeram alegria.
Então, surge o conselho de dar mais importância ao nosso Criador, porque, como um pai, o Senhor procura sempre o melhor para o seu filho. Deus está repleto de conselhos e bênçãos para que não cheguemos ao ponto de dizer que a nossa vida não faz sentido e o nosso coração se torne amargurado.
Assim, é sempre importante dar importância ao Senhor, não apenas na nossa mocidade, mas, até aos fins da nossa vida, para que nenhum dia seja de arrependimento pelas nossas acções do passado.
O Relato Bíblico das Origens
A fé cristã evangélica considera a Bíblia como a fidedigna, infalível
e inerente revelação escrita de Deus à humanidade. Isto é matéria de fé
e não de provas.
Também, do mesmo modo, a aquisição do conhecimento da Criação Divina se obtém pela fé e não pela ciência (Hebreus 11.3).
É no livro de Génesis que se encontra o relato da criação do Universo e do mundo. Os temas nele abordados referem-se ao começo, às origens: do céu, da terra, das coisas criadas que neles existem, da relação pactual de Deus com a humanidade, do pecado, da redenção, das nações e de Israel (povo escolhido e organizado por Deus).
As tradições judaica e cristã têm atribuído, quase unanimemente, a autoria de Génises a Moisés, o qual, para o escrever recorreu a tradições escritas e orais acerca do passado de Israel e a outros registos.
Três fatos comprovam, na própria Bíblia, a credibilidade do Livro de Génesis:
Também, do mesmo modo, a aquisição do conhecimento da Criação Divina se obtém pela fé e não pela ciência (Hebreus 11.3).
É no livro de Génesis que se encontra o relato da criação do Universo e do mundo. Os temas nele abordados referem-se ao começo, às origens: do céu, da terra, das coisas criadas que neles existem, da relação pactual de Deus com a humanidade, do pecado, da redenção, das nações e de Israel (povo escolhido e organizado por Deus).
As tradições judaica e cristã têm atribuído, quase unanimemente, a autoria de Génises a Moisés, o qual, para o escrever recorreu a tradições escritas e orais acerca do passado de Israel e a outros registos.
Três fatos comprovam, na própria Bíblia, a credibilidade do Livro de Génesis:
- Os restantes livros do Pentateuco (Êxodo, Levítico, Números e Deuteronómio) - nas suas alusões a patriarcas e a outras pessoas e eventos - baseiam-se em Génesis;
- Jesus Cristo faz citações contidas em Génesis (por exemplo: Mateus 8.11; 19.4-8; Lucas 17.29, 32; 20.37; João 8.33);
- As epistolas contêm diversas citações retiradas do Génesis ( I Coríntios 15.45; Gálatas 3.8, 16 e 19; 4.30; I Coríntios 15.45; Hebreus 4.4; 6.13-14; 11.18; Tiago 2.23).
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